
Tudo começou ao despertar e notar a ausência de várias palavras no dicionário. A primeira já era a 'ansiedade' e seguia a 'insatisfação', a 'insegurança', o'medo'...
O 'apoio' foi o primeiro que sumiu e agora vejo lá a 'dúvida'. Eis aqui o momento em que tenho que decidir minha vida e para isso necessito apenas de uma pessoa:eu! As frases que chegam à mim são repetitivas. "Siga seu coração", "Escute seu coração"... Mas o coração está tão acelerado que nesse instante nem transmite nada, a não ser agonia.
O que mais incomoda é que quando vejo a luz, ela se apaga. Não pela ausência de apoio. Eu transforno, depois de miuto ensaio, essa ausência em força. Sou capaz dessa mágica.
Mas à cada milésimo de segundo, aparece milhonésimas interrogações feito aqueles passarinhos voando, rodando em volta de nossa cabeça depois de uma pancada.
Talvez a ficha demorou um pouco para cair, mas como tudo na minha vida é (des)movido pelo atraso, não poderia ser diferente.
Sempre me achei determinado nas minhas decisões, nunca me imaginei outra pessoa. Sempre quiz e sempre lutei para ser assim. Mas essa determinada e infinita dúvida está martelando à cada palavra que leio e não vejo sentido no livro.
A única certeza que tenho é que amigos nem para tudo servem. Há momentos em que você há de depender de você mesmo. A sua identidade deve "falar alto". E é nessa hora que você deve provar essa tal identidade até para você mesmo.
O sono nunca chega e as horas passam e o dia quase chegando e eu aqui sabendo do que quero, mas na incerteza do caminho, do rumo aser tomado.
E o 'se' já está a caminho da minha mente e amanhã jaá estou com minhas 'vias alternativas' elaboradas na cabeça. Cabeça esta, que às vezes não vejo recheio nenhum nela. Totalmente oca. Aliás, com algumas muitas ideias mirabolantes.
Estou cançado de ouvir tantas pessoas falando para tentar e depois ver o que vai dar. Ese der errado? Alguns aninhos preciosos perdidos?? Só???
Não vejo mais posição para tentar dormir. O corpo dói. Os livros já estão anjoados da minha cara e eu da ca(pa)ra deles. O quarto já está ficando pequeno para tantas dúvidas e papaizinhos de datas de provas pregados. Sem contar as relações candidato-vaga presente em todo canto. A TV ficou inútil e o cérebro, se é que ainda existe, já está quase aposentando por insuficiência de pensamento ou excesso de trabalho vindos de uma vez só.
Para variar o que restou foi confiar em uma folha de papel, já que é tarde e minhas 'confidentes' já não aguentam mais ouvir o celular tocar e ver o mesmo número na tela "88****** chamando" para falar das mesmas coisas. Em janeiro tudo acaba e se Deus quizer, o pior começa...
Autoria Própria (Breno Alvarenga)
Dedico esse texto às minhas amigas, especialmente à Marina e à Lud (saudade de vc maninha!)
Ah Breno!!!
ResponderExcluirEscreveu tão bem... Amei seu texto...
Não fique assim querido... Siga seu coração... brincadeira.
Mas veja o que vc gosta, analise o campo de trabalho tb... E manda ver. Se não gostar não serão anos perdidos, vc pode logo mudar de idéia, de lado...
Vc é ainda tão jovem querido!
Eu sei que esse momento da vida é dificl, tenso. Posso falar com propriedade, já passei por isso...
Mas depois vc vai se sentir orgulhoso e feliz por ter conseguido e depois... Não diga que começa o pior... O melhor virá!
A vida academica e tudo o que ela pode oferecer!
Uma fase maravilhosa da vida de qualquer pessoa!
Cabeça na nuvens, pés nos chão e siga seu coração... rss
Talvez eu tenha sido uma das pessoas que vc nao tem podido contar... Mas eu to aqui viu? Se precisar pode chamar!
Vc é dedicado e o que escolher, fará bem feito, tenho certeza.
Bjs,
Boa sorte!
Parabéns pelo texto! Muito bem elaborado..
ResponderExcluirGostei muito! =)
Só depensar que estou prestes a passar por isso, me dá até um frio na barriga, rs'
Um grande beijo! Fica em Paz!